Pai reclama de atendimento e Hospital de São João do Triunfo explica os fatos

 Pai reclama de atendimento e Hospital de São João do Triunfo explica os fatos

Após a filha de dois anos e seis meses cair num tanque, na sexta-feira (21/05), o pai levou a menor, após realizar os primeiros socorros para desafogamento, até o Hospital e Maternidade Imaculada Conceição, em São João do Triunfo. O acidente foi depois das 17h e, logo depois, a menina chegou até o pronto socorro. De acordo com o relatório do atendimento, todo o procedimento de avaliação foi seguido na unidade.

O pai da criança procurou a emissora e portal para reclamar que supostamente sua filha não teria sido bem atendida. Após o susto e retirada da pequena de um tanque com profundidade de aproximadamente um metro, ele fez os procedimentos necessários para desafogar a menina e, logo em seguida, se dirigiu até o Hospital Imaculada Conceição onde ela foi admitida no setor de Pronto Atendimento.

Contudo, ele relatou que o Hospital teria demorado muito tempo para concluir o atendimento e, retirando a filha dali, levou a mesma até São Mateus do Sul. O pai disse que o médico de plantão, após a triagem e atendimento de enfermagem, atendeu a filha. Em seguida houve a troca de plantonista e, depois de aguardar certo tempo e pela demora no retorno, decidiu procurar por atendimento no município vizinho.

Por volta de 19h45 o pai, por não ter sido atendido pela profissional que havia assumido o plantão, acabou seguindo para São Mateus do Sul. Diante dos fatos, a reportagem procurou esclarecimentos junto ao hospital. Por meio de nota, a direção do Imaculada Conceição reafirmou que a paciente foi atendida por volta das 17h50 de sexta-feira. tendo toda a assistência da equipe de enfermagem na admissão.

“Assim que chegou, a equipe de enfermagem realizou a aferição dos sinais vitais e aqueceu a paciente que se encontrava ligeiramente hipotérmica. O médico plantonista fez a avaliação inicial e constatou que a criança apresentava um bom estado geral e não possuía alterações no exame físico. Mesmo assim solicitou raio X tórax, ambos sem anormalidades”, esclarece a nota. Em seguida, a menina ficou em observação.

Quando chegou a profissional que assumiu o serviço, e a criança estava há pouco tempo sob observação, deu prioridade a outro atendimento, de um paciente Covid-19 com alteração nos sinais vitais. “O mesmo, por sinal, foi encaminhado no dia seguinte para realização de exame tomografia e permaneceu internado em Hospital de maior complexidade em Campo Largo, PR, devido a gravidade do quadro”, justifica a nota.

“Após estabilizar o paciente, a médica retornou para realizar a segunda avaliação da menor, porém a mesma não se encontrava mais no leito de observação onde deveria ter permanecido. Lembrando que foi orientado aos pais sobre a importância de a criança permanecer na sala de observação, mas o responsável assinou o termo de responsabilidade e alta a pedido e evadiu-se da Unidade Hospitalar com a menor”, explica o Hospital.

Ciente da reclamação do pai e do mal estar da situação, a direção explica que “foi feita uma reunião com o responsável pela menor onde esclarecemos os protocolos de atendimento e reforçamos que a paciente recebeu sim o primeiros atendimentos, inclusive com realização dos exames de rotinas e, devido a estabilidade do quadro, a conduta foi que permanecesse em observação para posterior reavaliação”.

Da redação com informações Hospital e maternidade Imaculada Conceição

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