Governo paranaense comemora ‘área livre de febre aftosa sem vacinação’

 Governo paranaense comemora ‘área livre de febre aftosa sem vacinação’

A expectativa é de mercados com bilhões de dólares, em exportação, serem abertos e consolidação da liderança do Paraná na produção de proteína animal. Gerando empregos e renda em toda a cadeia produtiva, desde os grãos para alimentação. Isso se projeta com o parecer favorável do comitê técnico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e passo ao reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação.

O anúncio oficial foi feito nesta quarta-feira (10/03) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, em audiência virtual com o governador Carlos Massa Ratinho Junior e presença do secretário de Agricultura e Abastecimento (SEAB), Norberto Ortigara. Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso), também tem o mesmo reconhecimento no Brasil.

De acordo com o governo, isso significa que as três solicitações brasileiras foram recomendadas para avaliação final durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, que ocorrerá no período de 22 a 28 de maio deste ano, no formato virtual. Em agosto do ano passado o Paraná já teve o reconhecimento nacional de ‘Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação’.

Disso a comemoração de Ratinho Junior frente ao o que definiu como ‘mais uma conquista histórica para o setor agropecuário’. O Paraná é o maior produtor e exportador de produtos da cadeia animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura. O governador destacou que a qualificação era buscada há 50 anos e, com este reconhecimento, novos mercados mundiais se abrem e outros estabilizam.

Para Norberto Ortigara, o status sanitário internacional permitirá ao Paraná praticamente dobrar as exportações de carne suína e alcançar mercados como Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária. “Nós provamos para o mundo que não temos aftosa, que os vírus não circulam aqui”, frisou o secretário. Há volume, escala e preços competitivos no Paraná, segundo ele.

Da redação Cultura Sul FM com informações e foto da AEN

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