Petrobras cita ‘normalidade’ em segurança e emergência na SIX, pautados pela mobilização da Sindipetro

 Petrobras cita ‘normalidade’ em segurança e emergência na SIX, pautados pela mobilização da Sindipetro

Após o ato realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Refinação, Destilação, Exploração e Produção de Petróleo (Sindipetro) – Estados do Paraná e Santa Catarina nesta quinta-feira (18/02) a estatal se manifestou em nota. A gerência de imprensa respondeu sobre os quesitos de segurança no trabalho, servidores e equipamento de emergência relativo à Unidade de Industrialização do Xisto (SIX).

Algumas reivindicações e questionamentos, em São Mateus do Sul, foram encaminhas para a Petrobras. Dentre eles, a ‘sistemática de possível realocação’ na eminência de conclusão do processo vinculante – venda da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), manutenção dos convênios da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) e questões relativas à segurança e equipamento de emergência.

Quanto a possível realocação ser servidores, a empresa cita que tem validade para todas as unidades em processo de desinvestimento. Contudo sem especificar a existência de avanço no processo vinculante de venda da SIX que estaria intrínseco a esta reivindicação. Até porque demonstra esta perspectiva projetada no encaminhamento da Sindipetro, na mobilização feita em frente a empresa.

“É importante ressaltar que a companhia já garantiu, reiteradamente, que todos os empregados que optarem por permanecer na Petrobras serão realocados em outros ativos e áreas da companhia. No atual Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022, a companhia se compromete a não fazer nenhuma demissão sem justa causa, portanto, é descabido associar a venda da RLAM ao movimento grevista”, cita a nota.

Da mesma forma a gerencia de imprensa não emitiu um posicionamento sobre a AMS, frente ao pedido de manutenção de convênio de Saúde. Sobre os técnicos de segurança, a empresa afirmou de que conta, entre o efetivo e de empresas contratadas, com 30 profissionais, atuando de forma interrupta. “Esse dimensionamento atende plenamente a legislação brasileira”, frisa a Petrobras.

Mesma situação da brigada de emergência que, segundo a empresa, “está em conformidade de forma plena com os requisitos definidos pela legislação estadual e as normas brasileiras, sendo dimensionada para atender as condições de segurança das operações”. Outro apontamento da Sindipetro incide sobre a manutenção dos veículos e equipamentos de emergência da SIX.

Na resposta a estatal informa que estrutura de combate à emergência tem equipamentos e sistemas técnicos “dimensionados para atender todas as potenciais situações de emergência da unidade”. Com manutenções preventivas, preditivas ou corretivas e inspeção e testes periódicos. Tendo materiais e equipamentos de reserva, para evitar qualquer “prejuízo no atendimento a eventuais demandas internas”.

Da redação com informações da Petrobras e imagens da Sindipetro

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