Pe. Pedro Gielinski comemorou 5 décadas de sua vida religiosa, reunindo os parentes e amigos

 Pe. Pedro Gielinski comemorou 5 décadas de sua vida religiosa, reunindo os parentes e amigos

Um dia após completar 50 anos da celebração de sua 1ª missa em São João do Triunfo, na mesma Igreja Matriz do centro da cidade, o padre Pedro Gielinski rezou e comemorou cinco décadas de sacerdócio, neste domingo (07/07). Sua ordenação foi em 29 de junho de 1969, em Araucária – local em que cursou o Seminário e depois foi professor.

Ao longo da vida religiosa, padre Pedro atuou em diversas paróquias, onde deixou “sementes” de amor e carinho pelas pessoas. O semblante tranquilo, deste domingo, entre amigos e parentes, foi de “gratidão” e com visível emoção pelo reconhecimento frente ao trabalho religioso, atendimento às pessoas e intercessão espiritual por cura de doenças e anomalias.

Ao lado do banner dos pais, Alberto e Francisca, Adão cita fatos da vida do padre Pedro

Coube ao irmão, Adão Gielinski conduzir o protocolo da celebração e, ao mesmo tempo, citar a história de vida do padre. Pedro, um dos 16 filhos de Alberto e Francisca, nasceu em 24 de janeiro de 1941 e foi batizado dois dias depois, na Igreja Matriz de São João do Triunfo. 3 de fevereiro de 1956 ingressou no seminário franciscano. Em março de 1969 fez os votos perpétuos.

Após ordenado foi professor do seminário de Araucária, depois diretor. Ficou por um bom tempo em Curitiba, e região metropolitana. Passou por Ivaí, Curiúva, Araucária, São Gerônimo da Serra e depois Imbituva, onde permanece como pároco. Todo este trabalho foi reconhecido pela Assembleia Legislativa do Paraná, com Menção Honrosa encaminhada pelo deputado estadual, e sobrinho, Emerson Bacil e aprovada pelos parlamentares.

“Um caminho que eu fecho os olhos e sigo”, disse Emerson Gielinski Bacil ao citar a honraria entregue ao tio. O sobrinho do padre, ainda, ressaltou as Irmãs Joana e Plácida. Duas religiosas, também, filhas de Alberto e Francisca. Os três irmãos, de uma família de 16 filhos, seguem na vida religiosa e, juntos, formam um elo de orientação espiritual amplamente reconhecido e admirado por todos. Irmã Plácida, devido a estar doente, não pôde participar da celebração.

“Quero agradecer tudo de coração”, destacou Pedro Gielinski, ao final da celebração. “Não fica só a gratidão, mas também minhas orações por vocês. Sempre”, frisou o padre. Entre abraços e cumprimentos, o sacerdote atendeu ao grande número de pessoas que participou da missa solene. Tudo com visível alegria estampada em sua face.

Anastácia, uma das irmãs do padre, entrega um presente da família ao sacerdote
Padre Pedro e os irmãos. Sua irmã, e freira, Joana à sua esquerda.

Da redação com fotos Portal Cultura Sul FM

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