Polícia Civil prende assassino condenado por morte de jovem

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A equipe de investigação da 3ª Subdivisão de Polícia Civil (SDP) de São Mateus do Sul cumpriu, nesta tarde de quinta-feira (20/09), mandado de prisão contra Edmilson Pedro Natel de Oliveira, vulgo Paulistinha. Recai sobre o detido a condenação de quase 20 anos de prisão, transitado em julgado por crimes há oito anos atrás.

Paulistinha teria cometido homicídio que chamou muito atenção da população na época. Após sua condenação ter transitado em julgado foi expedido o mandado de prisão contra ele, condenado, em juri popular no dia 2 de março deste ano, pela morte de Laís Lima de Paula, de 17 anos e grávida de oito meses, em novembro de 2010.

A Polícia Civil deteve o condenado pela justiça que tem pena de 19 anos e 9 meses de reclusão. A condenação de Paulistinha, que é operador de máquina, no juri se deu por crimes de homicídio, ocultação de cadáver e aborto provocado por terceiro. Após ser detido, ele foi para a carceragem da 3ª SDP de São Mateus do Sul.

Edmilson Pedro teria cometido o crime e escondido o corpo. Laís, na época com 17 anos e gestante de oito meses, foi encontrada na madrugada de 23 de novembro de 2010. O cadáver estava às margens da rodovia do Xisto, BR-476, em Antônio Olinto. A jovem, moradora de São Mateus do Sul, estava desaparecida fazia quatro dias.

Paulistinha, apontado como amante da garota menor de idade e que seria o pai da criança em gestação, foi preso e, segundo a polícia, confessou o crime. O operador de máquinas da prefeitura foi detido com base no fato de ter sido testemunhado o envolvimento amoroso entre ele e a vítima.

Na época, o romance extra-conjugal, com a menor grávida, passou a perturbar o criminoso, conforme a Polícia. A menina, de acordo com o matador condenado pelo crime, estava prestes a delatar o envolvimento para a esposa do homicida e filhos.

Segundo a Polícia, o assassino teria estrangulado a moça dentro de seu carro, após discussão, com uma gravata. De certa forma, com frieza, ele teria dito, em depoimento, que achou que ela estivesse desmaiada, apenas. Mas não prestou socorro, e sim, teria jogado a amante no matagal, configurando a ocultação do cadáver, somado do bebê em fase final de gestação. Se desenhando a brutilidade da ação criminosa que o levou a condenação pelos jurados.

Da redação com informações da Polícia Civil e arquivos

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