Juíza são-mateuense deve assumir as investigações da operação: a Lava Jato

0

Após o juiz federal Sérgio Moro aceitar o Ministério da Justiça, convidado pelo Presidente Jair Bolsonaro (PSL), a juíza Gabriela Hardt, tomará a frente da maior operação de investigação de corrupção e lavagem de dinheiro, pela 13ª Vara Federal de Curitiba temporariamente.

Hardt já atuava como juíza substituta na operação “Lava Jato”, e foi ela que determinou a prisão do ex-ministro José Dirceu, em maio deste ano. Quando Hardt substituiu o magistrado em 2015, determinando a quebra dos sigilos bancários do ex-ministro Dirceu, o qual era acusado de receber R$ 4 milhões de construtoras envolvidas na Lava Jato. A juíza também expediu um mandado de prisão contra Dirceu, com pena de 30 anos, 9 meses e 10 dias a que foi condenado, quando Moro estaria fora do país.

A Justiça Federal da 4ª Região irá abrir um edital para que magistrados que desejarem ir para a vara da Lava Jato se candidatem. Possui preferencia o juiz mais antigo para o cargo, caso não haja interesse de algum juiz titular, o cargo será oferecido a um substituto, como Hardt.

Possui três juízes federais mais antigos da 4ª Região, sendo Luiz Antonio Bonat (Curitiba), Tais Schilling Ferraz (Porto Alegre) e Marcelo de Nardi (Porto Alegre), se nenhum juiz titular quiser ao cargo, é oferecido a um substituto, como o caso de Hardt.

Vida de Gabriela Hardt

A juíza nasceu em Curitiba, mas foi registrada em São Mateus do Sul e possui 42 anos. Seu pai Jorge Hardt Filho, trabalhou na empresa Petrobras instalada na cidade, por mais de duas décadas.  Filho em suas redes sociais desabafa, “A quadrilha do Lula instalada na Petrobras não roubou só bilhões. Roubou o futuro da empresa”.

Gabriela Hardt se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná, depois de passar dois anos estudando engenharia química. Em 2007, prestou concurso para juíza. Em 2009 foi designada para a Justiça Federal Paranaguá, no litoral paranaense. Hardt atualmente compete em provas de maratonas aquáticas – nadando cinco quilômetros em águas abertas.

Após essa trajetória a são-mateuense em 2014, voltou para Curitiba, onde começou a atuar como substituto na 13ª Vara federal, nessa data começou a acompanhar o trabalho de Moro.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here