#ELESIM: Temos um presidente. Ele é um nacionalista e anti-PT!

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Ninguém nega, ou pelo menos a grande maioria, de que o nosso novo presidente Jair Messias Bolsonaro apareceu, ganhou evidência e cresceu no anti-PT (Partido dos Trabalhadores). Com milhões de voto de vantagem, o nacionalista superou os enxertos costurados a partir de um presidiário e um contingente de lama e corrupção, tornando-se o 38º presidente do Brasil.

Foto: Facebook Jair Bolsonaro oficial

Logo após às 19h18 deste domingo (28/10), a margem de vantagem do candidato do PSL não dá mais possibilidade de ser alcançado numericamente pelo petista Fernando Haddad. São 55.205.640 milhões de votos para Bolsonaro e pouco mais de 44 milhões para o candidato adversário. Com diferença favorável de 11,001 milhões de votos, mesmo que 100% do restante sejam votos no PT, o novo presidente não é alcançado.

O resultado, da disputa presidencial, só foi liberado, a 1ª parcial, a partir das 19h. Horário da finalização de votação no estado do Acre, estado com duas horas de fuso horário em relação a Brasília, e que carecia de ser finalizada para liberar os primeiros números para presidente. Após a divulgação do resultado, houve pronunciamentos de Bolsonaro e Haddad.

Foto: reprodução Rede Globo

O aceno para a vitória nasceu quando da postura viril e firme contra a corrupção. Inúmeros componentes do PT têm problemas com isso, tornando-se alvo certos de várias investigações e condenações, caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os 16 anos seguidos de mandato (governo de Michel Temer está dentro disso, pois é parte) fecham em baixa e se concretizam na derrota eleitoral.

Foto G1: Jair votando ao lado da mulher Michelle

Certamente os petistas dizem que é golpe, a ascensão de Temer e a derrocada de Dilma Rousseff. Estranho porque na composição para disputa eleitoral, nem em 2010 muito menos em 2014, a aliança entre PT e PMDB, com a chapa liderada por ambos, teve menção sobre si de golpe. Isso porque se aliaram para ganhar a presidência e o fizeram. Juntinhos!

Quem escolheu a dupla Dilma e Temer foi pelo voto e encerra, esse mando, em 31 de janeiro de 2018. Uma nova era nasce. Pode ser de que muita gente esteja descrente, mas Jair Bolsonaro é um nacionalista. Criticado porque ter no seu modo habitual a disciplina e a honestidade. Quase 30 anos de política e nenhum envolvimento em corrupção. Caso raro, até então!

Foto: Último Segundo

E o Haddad? Ciclovia que custa valores de rodovia em alguns países, conselhos particulares de dentro da prisão para dar esperança ao povo. O que? Me poupem. Vitimização de um partido perseguido? Pare! Reboque de um assistencialismo perverso em troca de migalhas, faça meu favor! Venezuela como exemplo, de que? Maduro ou podre?

Duas mentiras marcaram esta campanha e que ainda, não houve desculpas de Fernando Haddad e do PT. A jovem mutilada, até ter sua real história sórdida desmascarada, atribuía aos simpatizantes de Bolsonaro o rótulo de nazistas. Caiu a casa, automutilada, essa é a verdade, mas nenhum petista veio se desculpar com a calúnia disposta sobre 46% de eleitores brasileiros.

A outra, dita por um professor mestre em economia, mas que mal sabe fazer uma operação simples de matemática, é a acusação ao General Mourão, agora vice-presidente. Ao militar foi atribuído o papel de torturador. Pobre Mourão só tinha 16 anos, nessa época. Então Fernando Haddad pediu desculpas? Não, não teve essa dignidade. Culpou a fonte, fake.

Foto: Uol

A terceira. Essa é sobre frase dita pelo filho do presidente, no calor de uma palestra e um recorte específico em defesa do pai. Eduardo Bolsonaro falou, de certa forma, uma bobagem. Recebeu a crítica sobre si, além de respostas dos ministros do Supremo. Não se teve a mesma postura da corte quando petistas disseram coisa do mesmo nível. Balança da justiça!

Sangra e depois coloca curativo e abraça. Não se escreve aqui do simpatizante de partido aliado (e ex-filiado), em ato terrorista e assassino contra o candidato do povo, mas sim sobre Marina Silva e Ciro Gomes. Em 2014 ela foi dilacerada para evidenciar Dilma. Em 2018, a receita foi repetida com ele. Na reta final, após sangrá-lo, se buscou apoio, mas sem sucesso.

Além do jargão de que não se tem culpa e não se sabia de nada, o PT sucumbe, com clamor popular e resposta no voto! Sepultados em suas próprias mentiras, troca de cor, usa máscara, tira máscara e assim foi. Apoiados por uma folha suja e acusativa sem provas, mas também sem sucesso. Viva a mensagem de liberdade: Bolsonaro põe fim ao petismo! Volta para a rainha – The Wall. #VOCENAO, #ELESIM

Foto JB

Da redação com fotos Jair Bolsonaro (Facebook), G1, Globo, Uol e Último Segundo e JB.

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