Candidatos novos têm preferência de 60% dos eleitores, segundo pesquisa

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Seis em cada dez pessoas diziam preferir escolher um candidato novo, nas eleições de 2018. Os dados foram divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisa, ainda em setembro de 2017, após ouvir opinião de 2040 eleitores em todo o País, com margem de confiabilidade na casa de 95%. Mas especialista observam de que há tendência de, até, este número ter aumentado, às vésperas do início da campanha eleitoral.

Pequisa divulgada nesta segunda-feira (23/07) mostra justamente esta linha, numa simulação divulgada pelo mesmo Insituto frente à opinião de eleitores no Rio de Janeiro. Ou ainda, indecisão pelo rumo à tomar, por parte de 1/3 dos cidadãos. O Paraná Pesquisas aponta que 29,1% das pessoas ouvidas demonstram simpatia com Jair Bolsonaro.

Marina Silva supera os 15%, vindo na 2ª posição, seguida de Ciro Gomes com pouco menos de 9%, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias tem números próximos a 4%. Fernando Haddad, Manuela D’ Ávila, João Amoêdo e Henrique Meirelles ficam abaixo de 2%, na avaliação pesquisada. O Blog ‘O Antagonista’ publicou estas informações, replicada pelo Instituto.

Os dados de 2017 mostram ainda que praticamente 75% das pessoas ouvidas disse que não direcionaria seu voto para pessoas investigadas em casos de corrupção. No caso, em ambas as pesquisas, não aparece o nome de Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente que segue preso em Curitiba, após condenação em 2ª instância e sucessivos pedidos de habeas corpus negados.

Esses números, na visão de diversos cientistas e comentaristas políticos, demonstram que, tantos para os presidenciáveis quanto para os demais postulantes à cargos eletivos: deputados, senadores e governadores; o fato de ser a novidade ou nunca ter participado da disputa eleitoral para estes cargos, pode ser um diferencial.

A tendência de escolha pelo novo, conforme as simulações de pesquisas demonstram, tem ficado em evidência. Tanto é que Marina Silva, que já concorreu anteriormente para o Planalto e Geraldo Alckmin, também candidato em eleições anteriores (inclusive à presidência em 2006), na simulação tem números decrescente.

O patamar de Marina Silva está abaixo do alcançado na eleição de 2014 e o ex-governador de São Paulo tem dificuldade para atingir 10% do eleitorado. Essas avaliações, conforme os especialistas, tendem a seguir, na opção pelo novo, tanto para governadores quanto para senado e deputados estaduais e federais.

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