ADAPAR realiza a Campanha de Vacinação Contra Febre Aftosa neste mês de Novembro

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A Agência de defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) está realizando a Campanha de Vacinação contra Febra Aftosa, o qual ocorrerá de 1º a 30 de Novembro (2018). A Febre aftosa é uma doença contagiosa que afeta principalmente os bovinos.
 
Nas pessoas o risco da doença é pequeno e quando acontece gera algumas aftas e febre. Já os efeitos no gado são severos. O animal desenvolve aftas, o que dificulta a alimentação e em algumas espécies, pode causar lesões nos cascos. O bovino fica magro e pode ocasionar a morte.
 
O Paraná é uma Área Livre de Febre Aftosa Com Vacinação, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, como as demais Unidades da Federação, exceto Santa Catarina, reconhecida como Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação.
 
A vacinação tem papel fundamental na prevenção e erradicação da febre aftosa. A forma mais eficiente, prática e barata de prevenção é por meio da vacinação dos bovinos e búfalos, durante as campanhas de vacinação que ocorrem a cada seis meses, sempre em maio e novembro.
 
Na etapa de maio é obrigatória a vacinação dos bovinos e búfalos com idade até 24 meses. E na etapa de novembro, todos os bovinos e búfalos existentes na propriedade devem ser vacinados, inclusive os bezerros com poucos dias de vida.
 
Além da vacinação, outra estratégia fundamental é a vigilância sanitária, com destaque para o cadastramento do setor pecuário e o controle do trânsito de animais, visando impedir que animais contaminados entrem no estado. Por isso são feitas as fiscalizações do transporte animais.
 
Comprove a Vacinação
Após a vacinação, você irá necessitar realizar a comprovação na Unidade Local da ADAPAR, ou pelo site www.adapar.pr.gov.br. A Comprovação “on line” é segura, além de ser prática e fácil. A comprovação e a vacinação são obrigatórias. Quem não vacinar ou não comprovar está sujeito a penalidades.
Segundo a ADAPAR, a vacina necessita fica bem conservada e refrigerada, em geladeira ou caixa de isopor com gelo. Nunca exponha ao sol. A dose da vacina é de 5 ml para todas as idades, tamanhos e pesos de animais, via subcutânea ou intramuscular. Use seringas e agulhas bem limpas e desinfetadas (ferva por 10 minutos).
Porém, quando a doença é diagnosticada, a perda é não só de um animal, mas do rebanho inteiro. Os produtores sofrem com a perda das cabeças de gado. A doença afeta diretamente a exportação da carne. Os países que fazem a importação da carne geralmente tem critérios rigorosos quanto à qualidade do produto. Eles restringem a compra de países que sejam foco da aftosa.
Já a população em geral percebe o efeito da doença quando vai aos mercados comprar carne bovina e derivados do leite, pois o preço desses produtos aumenta quando existem focos da doença. Nos humanos a doença não causa grandes problemas.
O médico veterinário e Chefe do Serviço de Saúde Animal da Superintendência Federal de Agricultura de MS – (SFA/MS), Elvio P. Cazola, explica que o setor agropecuário e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) seguem na luta contra a febre aftosa. Tudo em busca de um país livre da doença.
“A vacinação contra a febre aftosa existe em grande parte da América do Sul, como uma das principais estratégias dos programas nacionais de erradicação”, afirma Elvio.
Para Maiores informações acesse www.adapar.pr.gov.br
Da Redação Portal Cultura Sul FM.

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